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Maio 28, 2004 |
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Este é um texto que Franz Kafka começou a escrever, mas não terminou....na verdade é uma continuação de um outro texto.(como se fosse a parte 2...rs). A parte em itálico é o Kafka quem escreveu, o resto foi eu. A proposta era terminar a estória.
(COMEÇO DE CARTA) Muito estimado senhor Pedro, o Vermelho: Li com súbito interesse e até com palpitações de coração a informação que o senhor escreveu para a Academia das Ciências. Não é de estranhar, pôsto que fui seu primeiro mestre, para quem o senhor teve tão amáveis palavras de recordação. Talvez, refletindo um pouco mais, se tivesse podido evitar a referência à minha permanência no sanatório, mas reconheço que a informação, devido à franqueza que o caracteriza, não podia suprimir esse pequeno pormenor, já que se lhe ocorreu no momento de escrever, apesar de me comprometer um pouco. Mas, na realidade, não queria falar-lhe disto; trata-se de outra coisa, algo bem sério. Como você mesmo sabe, a qualquer momento uma guerra pode eclodir, Hitler e seus capangas estão dominando tudo e nós, meros ''juden'' estamos sem saída, não podemos fazer nada se não nos escondermos ou abandonarmos o país, sem qualquer sinal de dor ou esperança. Se as forças opressoras do Füher ganharem, o que é meu receio, acabou! A tão bela e sonhada Alemanha estará vencida pelos poderes do dinheiro e corrupção...temo que nossas vidas não resistiriam a mais do que um mês. É triste para mim, que cresci nestas finitas ruas das quais os nomes estão gravados em meu velho coração, ver no que minha pátria está se transformando... a qualidade de vida deteriora a cada instante e o inchaço populacional ameaça transformar este lugar num futuro do qual jamais teremos lembranças, pois pelo que temos presenciado é melhor esquecermos e enfrentarmos tudo com uma alma seca. A fila dos desesperados aumenta cada vez mais... proporcionalmente aumenta a violência. Várias lojas, mercados, livrarias são destruídas a cada dia, nenhum estabelecimento judeu escapa. Não tenho para aonde ir, meu pequeno comercio foi destruído por policiais da SA, pedi ajuda ao senhor Otto Frank, um judeu-alemão que foi com sua família para a Holanda com a intenção de tentarem permanecerem vivos, ou seja, escondidos, mas este admirável senhor só pôde me dizer ''sinto muito!'', afinal de contas já abriga oito pessoas no esconderijo. E é por isso que venho pedir sua ajuda senhor Pedro Vermelho, deixe-me trabalhar com você, em suas apresentações, pois só assim poderei sair do país e continuar vivo, trabalhando e tentando ser feliz. Preciso sair daqui o mais rápido possível, preciso de emprego, de casa e de sentido para continuar a viver......ajude-me! Peço-te que guardes esta carta no mais profundo esconderijo que tiveres ou mesmo que a queime. Abraços solidários, Fritz Van Pells ... Libre at 00:11 | comente! -----> |
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Maio 23, 2004 |
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Maio 19, 2004 |
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Acabei de fazer esse texto para a faculdade....to afim de colocá-lo aqui.
A ignorância brasileira Não é novidade, o ensino brasileiro morreu há décadas. Na escola pública, que deveria oferecer o melhor ensino, não só os alunos não fazem muita questão de aprender como os professores perderam sua fé. O despreparo é evidente, os professores são mal remunerados, as escolas não oferecem muitas vezes o básico para se dar uma boa aula e o pior de tudo, há interesse por parte de poucos. Essa é a realidade do ensino no Brasil, acomodação. E mediante a isto, escolas particulares apenas tiram vantagens, pois se auto intitulam como melhores e imbatíveis, que por infelicidade geral da nação tem sido verdade, e se você quer uma prova, de uma olhada nos resultados dos vestibulares, faça uma apuração do desempenho dos estudantes de escolas públicas e dos de escolas particulares, e se você se sentir constrangido ou perturbado, bem-vindo ao clube. O que tem acontecido é que esses estudantes têm saído das escolas com um saber preparado para o vestibular, não para a vida. Hoje em dia não se aprende português para falar bem o idioma, mas aprende-se(isso, quando simplesmente não decoram) porque a coisa é feia nas provas dos vestibulares, o que gera uma certa ignorância, pois no fim das contas, as pessoas quase não mantêm, ou seja, se quer se lembram do que aprenderam naqueles dias de desespero nos cursinhos da vida. Mas isso tudo, principalmente esse estado de ignorância, quem criou foi à sociedade, então não se preocupe, mais tarde ela cria algo pior. Mesmo com esse perdido ensino brasileiro, ainda encontramos pensadores, poetas e escritores de peso. Talvez o que não nos leve a abandonar totalmente nossas esperanças. Mas até quando isso perdurará? Até quando estes seres iluminados conseguirão sobressair-se em uma sociedade que pobremente é incentivada à leitura e aos estudos? Como manter essa pequenina massa se não há quem a sustente? Ou começamos desde já a mudar, rumo ao progresso, ou então, como de costume, podemos simplesmente sentar em frente à tv e começar a passar seus canais, um por um, até adormecermos, continuando assim a ter orgulho do nosso ''Brasilzão'', aquele dos três Bs: bola, bunda e batuque. ... Libre at 15:38 | comente! -----> |
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Maio 16, 2004 |
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Minha mãe: ''Mas que droga! Fede mas não molha.''
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Maio 13, 2004 |
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Anda tão frio aqui em SC que tem me dado súbitas vontades de fazer xixi e sempre quando estou chegando da faculdade, dentro do carro(essa semana to de carro, meu pai viajou), dando aquela ré, para ajeitar o veiculo na vaga da garagem. Saio saltitando até o elevador, daí tenho que esperar desesperadamente, chegar ao 10 andar. Quando chega, aperto a campainha mil vezes, e minha mãe como já sabe o que significa, vem correndo dizendo: ''Chegou a mijona''. Passo que nem uma flecha, direto para o banheiro.
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Maio 8, 2004 |
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Sim, deu a louca!!!
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Maio 6, 2004 |
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Hoje foi um daqueles dias....sim, dia de apresentar trabalho.
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