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Novembro 28, 2004 |
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E então, ela acordou
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Novembro 27, 2004 |
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raiva passada + raiva atual + muita raiva de novo = raiva transformada em tristeza
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Novembro 24, 2004 |
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And I need Love...
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Novembro 12, 2004 |
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Estou cansada...cansada de tentar ter o que não tenho...ou que tenho e não enxergo...
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Novembro 10, 2004 |
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Há algo mais poético do que tomar banho de chuva depois da academia?
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Talvez a resposta de minha entrega tão rápida à nossa amizade seja o cansaço da luta contra a desconfiança nos outros. Em um campo interior, onde só existe vc, a razão e o coração, a batalha é solitária. Não morrem pessoas, mas oportunidades, sentimentos, sonhos...E ficar calada em meio a todo esse fluxo emocional é como se obrigar a ignorar o real. Então nos vemos só e caídos no conto do mundo de que "no-final-somos-apenas-mais-um-perdido-no-meio-do-oceano". E vem o frio, pq a solidão é gelada. Quando não estamos em nós mesmos, não nos aquecemos, pq nossos corpos estão vazios. E então pedimos ajuda...gritamos aos rios e pássaros que levem alguma mensagem e que tragam alguém, que tragam paz. Talvez, eu esteja cansada dessa posição minha, sua e de todos....aquela que diz "paz-e-amor", mas que na hora de acabar com o inimigo, somos os primeiros a atirar, pq o certo é ganhar, o certo é ser o valente da história. E se saímos desse clichê, somos os perdedores frustrados. Acredito no amor, mas não o amor "incondicional" humano. Eu acredito naquele que ninguém vê, que ninguém fala, mas que é tão forte e tão abrangente, que nos leva a querer outros caminhos, como o caminho da vida.
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Novembro 5, 2004 |
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"Fiquei com a mania de olhar tudo com atenção, até as palmas das mãos eu olhava quando não tinha o que fazer, e digo uma coisa: é um bom passatempo para quem está à-toa. Olhando fixamente para a palma da mão, acompanhando aqueles riscos, cruzamentos, elevações, depressões, a gente vai ficando como que hipnotizado, quanto mais olha mais quer olhar, quase não pisca para não perder o espetáculo, descobre cores e movimentos que ninguém nunca imaginou, tudo numa simples palma de mão; e de repente, mas sem susto, tem a impressão de estar vendo não de fora, mas de dentro, junto, e não a mão, mas um mundo outro do qual a gente é também parte, não só vendo, mas ouvindo e sentindo também, e percebe que está na horinha de fazer uma descoberta sensacional; mas quando o segredo vai se abrindo vem um arrepio de medo, a gente acorda e a mão volta a ser mão."
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Apesar de cedo
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Novembro 1, 2004 |
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estou vendo a lua da minha janela
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S! Meio poema sahz30@msn.comLendo: Para Entender Hitler - A Busca das Origens do Mal - Ron Rosenbaum Jornalismo: matéria de primeira página - Luiz Amaral Biografia de Vincent van Gogh por sua cunhada(seguido de Cartas de Théo a Vincent e de Cartas a Émile Bernard) - Jo van Gogh-Bonger Cartas a Théo - Vincent van Gogh Cara, Cadê o Meu País? - Michael Moore O Homem que Calculava - Malba Tahan A Imaginação Hiperativa de Olivia Joules - Helen Fielding |
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