Setembro 30, 2005

                                       
A cada dia fica evidente o quanto sou "a" Garfield.
Tenho recebido as tirinhas todos os dias por e-mail e me vejo exatamente naquela posição perfeita que o gato mais folgado do mundo fica: deitado, olhando para o teto.
Ahhh viva o ócio!

Bom....projetos e mais projetos....vida corrida.
Tô pensando em fazer umas fotos da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA).
Afffeee....como é difícil combinar tudo certinho com as pessoas.
Na sinceridade...eu não quero fazer isso na minha vida inteira não....sair pra rua, ficar catando fonte, escrevendo lead e sublead....tenha dó!

Um dia acontece alguma coisa...
...

Libre at 17:43 |

Setembro 24, 2005

Something is wrong...

A solidão de nosso ser nos aponta a profunda solidão que há no mundo.
Penso: todos estamos assim?
E eu prefiro dormir.
Acordei, mas o dia acaba de ir...então a escuridão lá fora, a quietude e o silêncio, alimentam o que já carrego aqui, ora escondido, ora aparente.

Meus pais estão fora, em Curitiba, visitando uma amiga das antigas, que conhecemos quando moramos em Porto Velho - RO, ela está com câncer(mas, segundo minha mãe, está bem)...e eu, por motivos maiores(faculdade), estou aqui, sentada em frente à janela, vendo a chuva cair. Mas diferentemente de antes, sem sentir aquele gosto bom que a chuva pode causar.
Estou só, tentando fazer o que não quero e pensando no tanto de coisas boas que já vivi e o que fiz para estragá-las.

Será a volta da minha prisão?
Preciso de um chocolate.
...

P.S.: E hj, sonhei que conversava com alguém...e não sei, mas acho que fazia algum comentário e essa pessoa me dizia: "É, (aí) vc está mais para psicóloga..." (talvez, seja pq ontem li o novo código de ética dos psicólogos e li comentários hilariantes sobre o assunto..rs. Li tbm o dos médicos e por "peso" na consciência, acabei lendo o dos jornalistas...o mais sem graça e chato.)


Ouvindo: Somenthing is Wrong - Phantom Planet

Libre at 18:16 |

Setembro 21, 2005

"Peguei Aids fazendo sexo sem camisinha. Conto para quem quiser ouvir. Sou pobre, preta, mulher. Vou ter medo de mais algum preconceito?"
- Corina Maria Silva Santos, 58 anos, portadora do HIV

(HIV avança sobre os brasileiros idosos - que usam remédios para impotência, mas ignoram a camisinha.)

Isso me lembrou isto:

"Cada vez que a gente nasce é um tipo de gente. Uma vez nasce rico, outra nasce japonês, outra comerciante, outra é pintor de parede...nasce homem, nasce muié, nasce viado, nasce travesti, nasce gorda, pobre, preta, nasce valente, idiota, nasce tudo. Cada vez é de uma coisa. Deus é que vai escrevendo as missão que cada um tem que cumprir. (...) Por que que eu é que tinha que nascer assim desse jeito? Pobre, preta, ignorante. 'Minha fia, tu tá amargando agora uma outra vida muito cheia de luxo, sabia?' Não eu não sabia de nada. A minha bisavô foi escrava, a minha bisavô foi doméstica, a minha mãe, quando eu nasci, ela disse que preferia me ver morta do que empregada doméstica. Eu sou doméstica."

- Créo (Domésticas - O Filme)
...
Libre at 18:36 |

Cansei.
O que eu fiz? Não sei. Às vezes, acho que fiz tanta coisa, outras, acho que não fiz nada. Até isso cansa...saber em qual lado vc está, pensar em que ponto ficar, só imaginar, viver do amanhã....correr, correr, correr....mesmo sabendo que tudo é vaidade e um dia se vai. A vida é contraditória...cansa e não se cansa de viver.

Acho que o mundo está com algum conflito...Daqui a pouco, professores serão ensinados a matar, a carregar uma arma, farão cursos e cursos de tiro.

"O que vcs estão escrevendo....olha, é melhor vcs procurarem um psicólogo, um padre...qualquer coisa, para desabafar lá e não nas matérias de vcs."
"Qual é o problema? Têm deficiência de aprendizagem? Pq se for o caso, é só encaminhar para um pedagogo especial....(...) Olha, já teve gente que fez três vezes a minha matéria..."
"Talvez, os que tiraram acima de 6.5, 6.0, 5.5 tenham potencial, e ainda dá para acreditar nessas pessoas."
(a média é 7.0...98% da turma tirou menos que a média, sendo que alguns nem "tiraram", se é que vc me entende.)
"Posso ser o problema tbm...quem sabe? Talvez o jeito que eu falo, que dou aula...meus palavrões...talvez isso crie um bloqueio na mente de alguns..."
"Vcs não são nada...eu já disse para vcs..."
"E não sou um monstro, estou dizendo isso, pq me preocupo com vcs, me importo."


Essa é minha novela das terças-feiras. "Editei" os palavrões do episodio de hj. Inclusive, senti muitos "vai tomar no c*" silenciosos pela sala, olhares fulminantes como vodoo em direção ao Carcereiro, que fica lá na frente "tirando o nosso couro".
Parecia que havia passado um exército dizimando toda a esperança.
E pela primeira vez, vi lágrimas tbm...

Quem quer ser jornalista levanta a mão. (a minha está quase totalmente abaixada)
...

P.S.: Essa semana, o drama chama-se "buraco de rua".(cotidiano de um bairro)
P.S.2.: Não sei se me importo ou não, se dou bola, se entro em pânico, se fico "arrasada", como uma colega falou...ainda não decidi. Nem sei o que sinto....mas vejo uma sensação de perdição, só. Talvez eu chore por hj...e amanhã...continue olhando o mundo....sem nada entender. Pq até para essas coisas estou cansada.
Eu ia fazer um trabalho, passar várias horas aqui, mas perdi o animo...e tbm não vou escovar os dentes antes de dormir...não estou afim.
P.S.3.: Pode parecer exagero, mas realmente parecia que havia morrido alguém na minha sala hj.
P.S.4.: E agora, veio em minha mente que posso ser uma fria e idiota. A guria "arrasada" e eu apenas olhando para ela, ao invés de abraçá-la. Que espécie de ser sou eu? E pq está passando isso pela minha cabeça agora? Se fosse outra pessoa eu a abraçaria? Acho que não...vejam, essa sou eu...uma m* em pessoa....se estão arrasados com a vida, em mim, vão encontrar olhos perdidos, incapaz de acolhê-los. Isso é vergonhoso. Mas estou fadigada demais para sentir vergonha, ou ser útil, ou ser amável. Talvez, quem precisasse de um abraço seria eu...um que "dissesse": "Sarah! Volta! Anda! Todos nós estamos aqui!"
P.S.5.: O meu lado crítico do mal acaba de dizer que, no momento, passo a ser a "rainha da carência". e eu acho que ele deveria ir tomar no c*.

Libre at 00:27 |

Setembro 17, 2005

" - Vou lhe propor um enigma: de todos os dias de nossa vida, qual é aquele que nunca chega?
Não houve resposta."


Tinha pensado em algo para escrever aqui, mas esqueci...rs. Ou então foi um sonho, pq as palavras eram bem certas.
Bom, mas lembro vagamente do assunto....
Era algo...Ah sim! É sobre meu "eu", decisões...essas coisas. Há muito, já pensava entrar totalmente em algo para que o tempo passe sem eu ver, simplesmente passar e ver no que dá. Pois bem, nesses dias alguns acontecimentos me levaram, novamente, a refletir nesta questão. A resposta da pergunta "Por que?" é: eu!
Vi uma fina camada da oportunidade de um "sonho" se concretizar e fiquei...perdida. *ohhh...pra variar* Foi assim que comecei a meditar até que ponto vale a pena pensar mais nos amigos do que no "eu". E há uma pergunta e resposta bem prática para isso: a s! vive (todos os dias) de que? De amigos? Não, a s! vive de Sarah. Entende? É que fico perdida em meio a esse dilema de escolhas que passamos. Tenho medo do amanhã, porque não posso vê-lo, ele é escuro aos meus olhos e isso gera uma sensação de descontrole, que por sua vez, gera o incerto, o receio e até a covardia em alguns casos.
É aquilo, "o que eu ganho?" e "o que perco?". Infelizmente, em tudo temos que perder para ganhar. Estamos escolhendo desde que nascemos, e até hj, é uma das coisas mais difíceis pela qual passamos....o optar pelo "certo", pelo bom, pelo o que me fará feliz e melhor. Mas como irei fazer tal escolha se não sei do amanhã? Então fico onde estou? Olho para os lados? Sento e espero?
"De todos os dias de nossa vida, qual é aquele que nunca chega?"
(...)
" - O amanhã -- disse o
(proprio) estrangeiro."
Sempre pensei em tomar decisões quando estivesse preparada, pronta. Mas como nesta fala, a respeito do amanhã, o pronto, em sua totalidade para ficarmos seguros de tudo, nunca chega. Não existe o que estou esperando desde que cheguei aqui, o "estar preparada para voltar", apenas posso conseguir o "estar diferente, principalmente interiormente" para tal fato. E foi assim que pensei em me entregar completamente a algo, que aqui, no caso, seriam os estudos. Li, outro dia, no blog da Phê: "vou fazer como minha mãe me ensinou: ser uma mulher independente e inteligente. o resto é resto. ou conseqüência. (...) vou viver da minha inteligência." É por aí o que está em minha mente...não ficar esperando pela "mágica acontecer", ficar ansiosa, triste, sem ver uma saída, etc. Passar a viver(sinceramente que, na maioria das vezes, não sei o que é isso) de forma diferente, "foragida" do mundo. E às vezes, tenho vontade de esquecer de todos, viver com algo em mente, estar sempre trabalhando e esquecer o mundo, a "realidade". É como se levasse minha propria vida (se é que isso seja levar a vida), só eu. E pensando bem, querendo ou não, tem sido assim desde sempre, só que antes, tinha gente por perto(amigos) e agora, não tem mais. Pela primeira vez, por tanto tempo, um ano e 9 meses, convivo inteiramente com a Sarah, só ela, o dia inteiro. Não existe um estrangeiro lá fora, até porque esse forasteiro sou eu.
Há algo diferente em mim...mas continuo a perguntar: "What happened to the beauty I had inside of me?"
...

P.S.: Existem 4 coisas que gostaria de levar comigo para sempre, aonde quer que eu fosse: minha psicóloga, meu médico, a vida material que levo aqui e minha sala da faculdade, até me formar (por incrível que pareça, mesmo não tendo amigos lá). Só.

Ouvindo: eu, tentando tocar: In a Little While - U2

Libre at 18:14 |

Setembro 15, 2005

O que parecia não poder acontecer, aconteceu. Virei vitima do "falo o que penso" mas "não falo o que sinto". Por que? Fica em minha mente a pergunta: o que eu virei?
Há alguns anos, eu falava o que estava em meu coração, meus sentimentos tornavam-se palavras. E para mim, cada momento desse sentir era...é difícil achar uma palavra perfeita, que se encaixe perfeitamente...mas era bom. Eu virava, nos meus momentos que costumo chamar de "do nada", e dizia: Fulano(a), eu te amo.
O fulano(a), muitas vezes ficava sem graça, e eu complementava: É sério!
E hj, fico a pensar: Por que as pessoas ficam sem graça quando recebem elogios e, principalmente, quando escutam que são amadas? (tbm sou assim, fico com um ar de "sem-jeito") No fundo, todos, exatamente todos, gostam de saber que são amados verdadeiramente pelo outro. Não há fundamento em esconder o amor. Veja bem, ele só pode causar coisa boa, quando dito...significa reconhecimento...significa ajuda, significa participar, repartir. "Olha fulano, eu gosto muito de vc, eu te amo", assim....não dói nada em quem diz e afeta o outro de maneira surpreendente que nem imaginamos. (e não tô falando de amor com paixão...tô falando do amor em sua simplicidade)
E por que vivemos em um meio que, que isso gera vergonha?...Normalmente, nossa consciência fica buzinando: "não, fica na tua, é melhor não falar, vai pagar mico! O que o outro vai pensar?!"
Eu não sei explicar, apenas sei que o sentimento em palavras era(e é) algo que eu dava(e dou) muita importância. E acho que o nosso próximo tem que saber que o amamos. Compartilhar....ficar só conosco é não vivenciar seu todo. O amor existe para ser comum e não um tesouro enterrado no âmago de nossa alma.
Hj, não consegui dizer com todas as palavras, com as que saem da minha boca, sendo direta, que gosto e até amo alguém. Sei que a pessoa entendeu, mas usei um meio de expressar que já vi ser perda tempo. Por ex: vc diz X. O teu próximo escuta e entende que o seu X vai além, tem um significado Y, e então, ele diz: "Vc quer dizer Y?" Vc: é! (se "esconde" para dizer o que sente)
"All you need is love"...eu levava isso muito a sério...como uma bandeira....e ainda levo, só que hj, são mais como palavras.(a bandeira ficou meio guardadinha)

Isto é exatamente o que tenho a dizer:
"(Can you see the beauty inside of me?)
What happened to the beauty I had inside of me?"

Não façam como eu fiz, é um rumo ingrato.
...

P.S.: Acho que esse texto ficou complicado...

Libre at 18:02 |

Setembro 12, 2005

Segunda...pior dia da semana?
Ainda me lembro quando pensava assim nos tempos de escola. As segundas eram do mal, já as quintas(sextas tbm, obvio) eram as eleitas, podia até chover que eu não dava a mínima, até pq BSB com chuva cheira a "Londres" com pingos caindo do céu. É lindo, é maravilhoso. Talvez, depois de meus amigos, o que mais tenha valor nesta pequena grande cidade, seja a chuva caindo no asfalto. O barulho poético proporcionava mais tempo com o lá fora-da-minha-janela, observando e pensando, neste limite de minutos, o quanto o mundo pode ser belo em um dia molhado.
Hj, estou em um estado que 2ª a domingo não fazem diferença, a não ser pelos nomes, pois em todos a faculdade está comigo. Será a faculdade ou meu curso? Hmm..I don´t know.
Estou em fase zumbi...O_o
Daqui a pouco o relógio marcará as 24 horas que não durmo. Isso se eu conseguir ficar acordada até às 13:00h, fazendo minhas pesquisas de fontes, o que é chamado, no meio "showrnalístico", de reportagem.

8 graus lá fora, chuva molhando pára-brisas de carros...um frio, ótimo para dormir. E eu me pergunto: o que estou fazendo em pé? A resposta vem imediatamente: consciência pesada, senso de responsabilidade, busca pelo "algo"...ihhh isso é coisa de velho.
Aos poucos estou saindo da Terra do Nunca? Não gostaria....dizem que quem sai contra a sua vontade, fica ranzinzo, não voa mais e fica literalmente com o pé no chão, para sempre.
Serei eu má? =0
...

P.S.: Estou vendo a s! cair no chão a qualquer momento...

Libre at 07:40 |

Setembro 7, 2005

Hoje é 7 de setembro, feriado nacional, dia em que o Brasil inteiro está sem fazer nada, debaixo das cobertas, vendo TV. Esse ócio me lembra o natal...aquela calmaria, céu nublado, só falta nevar. Mas a comemoração deste dia é a independência do Brasil, dia que nos "libertamos" da coroa portuguesa. Nos libertamos mas eles ficaram por aqui.
Já pensou se nevasse em pleno 7/09? Talvez, não houvesse desfile...e se não há desfile, o que ver na TV? Acho que as pessoas apertariam o "off" do controle remoto e sairiam para tocar a neve, sendo que não haveria mais em suas mentes o "grito do Ipiranga", e sim "qual é a da neve?". Imagine, as pessoas sairiam...posso ver famílias se socializando, crianças jogando neve em plena guerra....Isso parece feliz, não?! É, acho que faria bem ao homem se seu cotidiano mudasse, nem que fosse por um dia. Quantas coisas iríamos descobrir...que o vizinho não usa barba desde 87, que seu cachorro gosta de fazer xixi no 5º poste da rua, que o ar é mais leve do que se imagina. Há tanto o que se ver.
Esses dias quietos....são os dias que me sinto esquecida. Feriados....feriados em cidades desconhecidas, mar por todos os lados, pessoas estranhas que acabam te deixando no mesmo ponto....Comemorações sem música, sem cor, sem bandeira, sem euforia....pois, afinal de contas, os dias são os mesmos, o ladrão rouba carros, a velha levanta de madrugada, o doido pinta no escuro, as palavras se secaram da boca do poeta e o céu, o céu eu nunca vi.
Nos esquecemos de nós, depois, esquecemos da nossa gente....é como uma doença que vai apagando você, as páginas do seu livro. Talvez, o resultado disso seja o não vivo, existo.
Nascer, acordar em um 7 de setembro é existir? Que horas começa o viver? Porque em feriado a gente não trabalha, dorme até tarde, vê televisão....será que não é oferecido "viver" de bônus? Nem no McLanche Feliz do dia da independência?
Hoje tem festa e eu não roubei um carro, não levantei de madrugada, não pintei na escuridão e há palavras, não em minha boca, mas em minha mente. Mais um 7 e nada mudou, nem eu, nem o mundo e nem você....apenas as horas (que temos pela frente).
...

P.S.: (e eu quero dormir)
P.S.2.: Poderiam inventar o "dia do vivo", "dia do viver"...sei lá...algo assim...

Ouvindo: A Sort of Homecoming - U2

Libre at 16:39 |

E eu tô f*! (grave bem isso)
Na próxima 3ª feira é a prova de redação jornalística. Essa é a matéria que te ensina a fazer Lead, Sub-lead, a falar muito palavrão, a ter uma visão ultra pessimista do jornalismo e a não querer ser jornalista.
Já tenho que levar pronta uma pauta e uma matéria a respeito de algum fato policial. Algo ocorrido aqui pelas redondezas de SC. Obviamente que, como tem de ter fontes, terá de ser em Florianópolis, São José, Palhoça...por esses cantos.
Agora imaginem, eu fazendo matéria policial...ou melhor, tentando fazer...(a parte que mais odeio...talvez, depois de economia ou política)
Cara, um inferno!
O resto da prova será feito em sala de aula, duas questões sobre esse livro aí do lado, que estou lendo..."Abusado...". (por causa deste livro, estou mais favelada do que nunca, principalmente no vocabulário)

Sem esquecer de mencionar que, hj, novamente, minha matéria rodou, não foi, deu treta. Escrevi um bando de merda a respeito do ciclone extra-tropical e o resultado é que tenho de refazer a matéria, valendo 1 ponto na prova. Deu para ver como entendo de produzir notícia, né?
Um lado quer desistir, o outro quer continuar lutando, tentando....pois mesmo que eu não queira trabalhar com isso, essa praga de notícia, quero aprender a fazer.
E mais uma vez...a tristeza ganhou o final do dia.

Às vezes, fico pensando o que falta em mim para aprender a fazer essa bosta...o que os outros têm que não tenho?
...

P.S.: Eu e meu caro amigo Roberto:

pqp! tô f**** (errada)! disse:
...mas nao é tão fácil como se pensa (fazer um lead)
pqp! tô f**** (errada)! disse:
fazer algo BOM, nao é fácil...fazer qualquer coisa sim
pqp! tô f**** (errada)! disse:
mas pra fazer qualquer coisa, nem precisa ser formado em jornalismo...rs

postmodernplatos diz:
pô, mas calma... você mesmo disse que não é fácil. então não é fácil. e portanto, é difícil. não fique fodida.


Libre at 02:58 |

Setembro 4, 2005





Faça você também Que gênio-louco é você?


Libre at
14:16 |

Setembro 3, 2005

Tô tão cansada (só para variar).....que tô no típico momento "vá se f*!"
Essa semana foi barra...1 mês de sobrevivência a faculdade....agora, faltam 2.

Uma coisa: Não me chamem para ir em nenhuma p* de boate, casa noturna, cabaré e o escambau. Afeee...o mundo inteiro só sabe ir nessas merdas, a noite? Odeio esses lugares, simplesmente lotados de pessoas, num som infernal, onde 50 seres se esfregam em vc. Shows tbm não são muito diferentes não. Será que tenho cara de "já-tô-na-balada!"? P*! Não me enche o saco para sair, ainda mais para lugares podres. Neguinho só sabe encher a cara e achar que isso é diversão....."meu irmão, ontem tomei todas, p*, foi o bicho! Cada mulhe!"....chega!
A pior coisa é quando as pessoas acham que vc é "obrigado" a sair com elas. Aqui, a maior parte da minha vida eu sai sozinha, blz? Então não vem me torrar a paciência para ir fazer cagada por aí. Não, eu não gosto de sair para ir ver os outros beberem(não suporto bêbado), não gosto de ir ver o quanto fulano é o gostoso e nem os papos "interessantes" regados a fumaça de cigarro e "mijadas" a cada 5 min. que a diversão humana oferece.
O dia que uma banda que eu goste, vier aqui, aí a gente conversa....
Dormir é melhor, acabou!
...

P.S.: Sonhei que ia a Brasília....só por 10 dias....*ahhhhh*....tem uma respiração presa em minha alma....
Queria ir a algum lugar, distante daqui, longe de tudo....talvez não fosse nem BSB....mas a "Terra do Nunca".
F*!

Libre at 21:14 |

elementopia | istockphoto

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