Setembro 15, 2006

Quero que o mundo exploda!

Odeio cabeleireiros...
Auto-estima = 0

Sem palavras. Pode parecer fútil, mas ser bonita compensa. E sem esse nhe nhe nhe de que "o que importa é só coração", porque é mentira. E talvez a maior raiva seja porque nunca corresponderei ao que julgo belo. Nem quando corto o cabelo. Afeee. Isso é triste.
...

Libre at 15:27 |

Setembro 5, 2006

É engraçado meu comportamento quando uso algo novo e que possa chamar a atenção. Por incrível que pareça, fico me achando ridícula, como se fosse pior do que os outros que estão no mesmo ambiente (fechado) que eu. Mas o curioso é que quando temos um exemplo à nossa frente, não nos sentimos tão ridículos. É como se tivéssemos um "guarda-chuva". Ele é preto e nos tampa da chuva forte que pode causar estragos, ou mesmo do sol. Ele está à frente. Ele nos "esconde". Tá, mas e aí? E aí que quero chegar na seguinte questão: se há um fulano que faz o "aquilo" - como usar cabelo colorido, roupa rasgada, chinelo em faculdade particular, pensar que azul é bege etc..., a coisa não fica tão ridícula e o meu eu pode fazer também. Fulano é meu guarda-chuva. E se ele for famoso, parece que dá mais força interior. Acho que é por isso que quando chegamos para alguém e dizemos algo contrário ao belo, ele vira e diz: "mas aquela atriz usa isso", "a cantora acha isso".
Ser você, ser autentico é bem difícil, é um preço alto a ser pago. Mas se há alguém nos apoiando (como disse: a idéia daquele cantor que se parece com a nossa, a roupa daquela modelo...etc...), fica mais fácil. Por quê? Será mesmo que isso é ser autentico, só sentir-se bem e confortável com suas roupas, pensamentos etc, pois um famoso também as partilha? Talvez não exista autenticidade. O que é ser você? Quando será que estamos sendo nós? Existe nós?
Quanto à minha grande vergonha das minhas coisas, dizem que quando envelhecemos, ou melhor, amadurecemos, ficamos melhor, superamos essas coisas. Essa pode ser a hora em que viramos mulher/homem, quando vemos nossos defeitos de uma forma superior.
Espero que dê tempo de eu ser assim.

Hoje estou com vontade de comer até morrer. O que aconteceu? Usei uma jaqueta nova. Coisas horríveis passam em minha mente e eu me questiono tanto, porque sei que o que me leva a baixar a cabeça e a encolher não passa de vaidade. O pesado é vc ver claramente a peste publicitária nos outros, mas pior ainda é vê-la em vc. Acaba-se descobrindo que vc também faz parte, mesmo com todos questionamentos. Se fosse para o bem, seria ótimo, mas não, é para lhe deixar pior. Sempre me sinto ridícula. Quero que me vejam além de mim - se é que dá para entender. E principalmente, não depender de ninguém para essas coisas.
Tudo o que queria ouvir agora (sem a jaqueta) é uma palavra legal. O mundo necessita de pessoas que falem. Mas que falem beleza, que falem o bonito do obvio. De merda já estamos todos cheios, não é mesmo?
...

Libre at 00:02 |

elementopia | istockphoto

Site Meter
Figura(s) online!

Yo
Blogs
Sites
Arquivos